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Cushman & Wakefield (C&W), anunciou a transacção de um edifício na Praça D.
Luís I, em Lisboa.
O referido edifício, totalmente arrendado aos CTT – Correios de Portugal, era propriedade do
fundo de investimento imobiliário Novimovest e gerido pelo Santander Asset Management, tendo
sido adquirido pela Habitat Vitae para a qual a Cushman & Wakefield actuou.
Este emblemático edifício ocupa um quarteirão na Praça D. Luís I, junto ao Cais do Sodré, e
totaliza uma área bruta locável (ABL) de aproximadamente 11.000 m² distribuídos por 9 pisos e
um torreão.
A zona ribeirinha entre o Cais do Sodré e Santos, onde se insere o imóvel, assistirá a um
grande desenvolvimento nos próximos anos devido aos planos de reabilitação existentes. Os
projectos definidos para esta área pretendem modernizá-la, através de projectos importantes
como a nova sede da EDP ou as novas instalações da Agência Europeia de Segurança Marítima que
inauguraram em 2009 no Cais do Sodré.
A transacção foi efectuada com uma yield de cerca de 7%, atingindo um valor próximo das
prime yields em Lisboa.
Segundo Luís Corrêa de Barros, administrador da Habitat Vitae SA, “para a Habitat Vitae este
investimento insere-se numa estratégia de aquisições com retornos interessantes, e seguros, em
zonas prime de reabilitação urbana e que permitam aguardar com maior tranquilidade pelas
alterações do mercado, necessárias a um maior equilíbrio entre a oferta e a procura.
Tratando-se de um edifício com características ímpares quer a nível de localização e da
qualidade de construção, quer a nível do enorme potencial da zona na qual está inserido,
pretende-se promover a sua readaptação futura por forma a torná-lo num imóvel de referência a
todos os níveis, numa parte da cidade, que se prevê, venha a ser uma das zonas com maior
interesse e potencial de desenvolvimento.”
De acordo com Jorge Guibarra, do departamento de Investimento da Cushman & Wakefield e
responsável pela operação, “ Esta aquisição reforça o facto de haver sempre procura para
imóveis com estas características. A elevada qualidade do edifício, o facto de estar totalmente
arrendado a um inquilino como os CTT, e a localização com forte potencial de valorização a
médio prazo, tornaram o activo muito atractivo para o investidor.”